Habituámo-nos a pensar numa Constituição como um documento complexo e essencial, mas, se elaborado de raiz, difícil de criar e com inúmeras considerações. O que aconteceria se fosse um documento aberto e em constante mutação?
Um documento aberto às ideias, alternativas e questionamentos de todos.
Um documento novo, vivo e interactivo para uma sociedade dinâmica.
O evento Constituição 2.0, organizado pelo Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), tem como objectivo a construção interactiva de uma Constituição aberta. Esta iniciativa procura usar as ferramentas colaborativas e interactivas ao dispor dos utilizadores da Internet para criar uma Constituição viva para uma sociedade dinâmica.
Através do blogue Constituição 2.0 e da Wiki, todos poderão contribuir para o debate, em várias modalidades de interacção aberta e colaborativa.
A iniciativa Constituição 2.0 é um convite à participação e cidadania – para a criação de novas ideias e exprimir a vitalidade da democracia portuguesa.
Este evento interactivo terá duas fases: este blogue (Constituição 2.0) e uma página Wiki (Constituição 2.0 Wiki, aberta a partir de 11 de Julho).
Os participantes poderão, até 11 de Julho, deixar o seu contributo, através de comentários no blogue. As propostas concretas e estruturadas para a página Wiki da Constituição 2.0 avançadas pelos visitantes do blogue Constituição 2.0 serão discutidas durante o debate de lançamento. Depois do dia 11 de Julho, a Wiki continuará aberta aos contributos de todos.





Acho o projecto fantástico. Porém gostaria de saber se assim como os direitos fundamentais dos ciadadãos ficam garantidos, também fica garantida a existência de Regiões Autónomas.
Pois é, considero que o nosso país está nestas condições, porque temos muitos maus gestores. Esses gestores que são nomeados pelos políticos, são-no pela cor do seu cartão e não pelo seu mérito e aqui está o cerne da questão. Vemos os políticos tratarem as empresas publicas ou privadas mas de gestão de dinheiros públicos como se fossem suas, colocam lá os seus filhos, genros, enteados, etc… Essas pessoas não têm capacidades demonstradas, mas vão sendo encaminhadas para os lugares até que um dia estão bem posicionadas para ocupar os lugares de topo. “Mas quem não sabe é como quem não vê” e até se julgam uns craques, mas na verdade não passam de uns “lambe botas” e incompetentes. Enquanto mantivermos este tipo de comportamento a situação nunca melhorará. Essa coisa da corrupção é outra história assim como a sua impunidade. Um político deveria estar na causa para o bem público e não para o seu bem pessoal, o que dirá o trabalhador que aufere 600 euros do político que aufere 3000 euros e ainda acha que ganha pouco?
Constituição faria obrigatóriamente alusão a obrigatoriedade de o Estado regular a Banca . Pelo menos a Caixa geral de Depósito, não deixando que esta seja privatizada. E impondo tecto máximo ” 0,5 % ” na fixação de juros, Spreed(s), e outros item(s) afins, Seguros, etc…afim de os Portugueses poderem cumprir com os seus compromissos como o banco do estado . Evitando assim os lucros pornográficos que a imprensa nacional emite todos os dias da Banca privada. Se não for a Estado / Constituição a defender os mais desprotegidos quem o fará ? Portugal não pode importar modelos de outros Países ( CEE ou não), terá que inventar o seu próprio modelo .E, já agora façam uma constituição pequena tipo dos (EUA). A nossa constituição actual é tão avançada e perfeita que ninguém a entende., Ou melhor endende-as os vigaristas adovogados que lhe dão a intrepretação que melhor se ajuste ás suas conveniências e os Juizes vão atrás desssas patranhas.