Nasceu o Projecto Constituição 2.0!

3 06 2009

A iniciativa Constituição 2.0, organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), tem como objectivo a construção interactiva de uma Constituição aberta. Esta iniciativa procura usar as ferramentas colaborativas e interactivas ao dispor dos utilizadores da Internet para criar uma Constituição viva para uma sociedade dinâmica.

Através do blogue Constituição 2.0 e da Wiki, todos poderão contribuir para o debate, em várias modalidades de interacção aberta e colaborativa.

A iniciativa Constituição 2.0 é um convite à participação e cidadania – para a criação de novas ideias e exprimir a vitalidade da democracia portuguesa.

Este evento interactivo terá duas fases: este blogue (Constituição 2.0) e uma página Wiki (Constituição 2.0 Wiki, aberta a partir de 11 de Julho).

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9 responses

18 06 2009
Filipe Santos

Acho que nao faz diferenca nenhuma …Portugal ter uma nova constituicao….Ou ficar com antiga……Os crimes que o sistema faz sao sempre os mesmos…Os JuizesAceitam processos de Testamentos nos Tribunais….Depois Mortos assinam cheques que vem no Correio meses depois de terem morrido e o sistema Portugues ignora gente criminosa ….Uma nova constituicao apenas tras mais emprego porque os crimes por parte da justica vao sempre continuar porque o sistema nao quer saber quando os Tribunais sao Corruptos

19 06 2009
Instituto da Democracia Portuguesa

Filipe Santos: O documento que se vai criar na Wiki serve como um exemplo do que todos nós pensamos e ambicionamos para o nosso País. Não é concebido para ser referendado: é uma experiência de que todos podemos fazer parte e ficará online para quem quiser ler e intervir.

Convido-o para ir acompanhando esta iniciativa, talvez veja nela uma oportunidade, pelo menos simbólica, de mudança.

5 07 2009
Margarida Mesquita

Gostava de elogiar esta iniciativa que me parece bastante interessante e proactiva. Algumas sugestões que gostaria de deixar para o debate são as seguintes:

-O fim da prescrição de crimes. Começando por todos os crimes que coloquem em causa os Direitos Humanos. É completamente absurdo que um crime não seja julgado porque passou algum tempo. Pior que o crime, é não ter sido feita justiça.

-Gerir o orçamento do país de acordo com as reais possibilidades. Os político terão que ser os primeiros a dar o exemplo, o que significa a eliminação de: reformas em duplicado ou reformas “milionárias” de acordo com o nosso PIB, compras de carros topo de gama, almoços em restaurantes de luxo, viagens em 1ª classe, etc… Só assim é que as pessoas irão voltar a acreditar nos políticos e isso é fundamental para uma democracia saudável;

– Concordo com a sugestão de formação cívica obrigatória. As pessoas não devem limitar-se a culpar os políticos, mas têm que se envolver no que se passa na sociedade e dar o seu contributo;

– Redução do fosso salarial, criando: tabelas de vencimentos que sejam conhecidas pelos funcionários; regras de progressão na carreira que sejam definidas por critérios objectivos e divulgadas a todos os trabalhadores.

– Simplificar o processo de adopção e autorizá-la a casais homossexuais. Isto irá permitir que mais crianças cresçam com uma família. Além disso se o conceito de família já mudou com o divórcio, mais tarde ou mais cedo irá mudar com a aceitação das relações homossexuais. Podemos ser um dos primeiros países a mostrar essa tolerância e inteligência.

5 07 2009
Rafael Marques

Quero desde já felicitar esta iniciativa…

Todos dizem que estamos em crise, mas não me parece que isso seja verdade, a crise existe na imprensa e na cabeça de alguns empresários que se aproveitaram para por gente na rua… Gerando assim um ciclo vicioso.

Uma solução para a crise: As nossas empresas deveriam comprar as suas matérias primas a empresas portuguesas e não ao exterior, assim permitia a criação de novas organizações. ( sei que é uma ideia nacionalista num mundo global, mas era uma grande solução)
Outra solução: Benchmarketing de empresas de sucesso em outros paises.

1 07 2009
Cecilia Longo

Louvo os criadores desta iniciativa interactiva. Pois, acredito que é uma cidadania activa , participativa e honesta que pode marcar a diferença e mudar o rumo do nosso país.
Já dizia luther king…. que o q o incomodava era “o silêncio dos inocentes”.
Os meus melhores cumprimentos

3 07 2009
José Cruz

Esta iniciativa é tão boa e relevante que não resisto a aderir a partir deste momento.

Proponho que imaginemos e delineemos o correcto funcionamento da Sociedade sem recurso a políticos profissionais ou amadores. Como fazer ?

6 07 2009
Hugo Silva

esta cena parece as versões do windows… já vai na 2.0!

Eu sou contra qualquer tipo de políticos…todos querem poleiro e tacho!

Pagava 40 e poucos euros de selo do meu barquito e passei a pagar 240€ um aumento elevadíssimo!

Pagava 5€ anuais por uma licença de pesca que passou a ser de 80€ – mais um aumento justissímo!Além de que apenas me permitem capturas de 10kg de peixe e limitado em muitas zonas do pais devido às ditas reservas naturais que de naturais tem muito pouco.Digam antes reservas abandonadas porque depois aparecem os “grandes tubarões” e fazem lá as coisas deles ou seja reservas para os amigos. Vejam troia que depois de passar a reserva do parque natural Luiz Saldanha foi feito o novo complexo de troia pelo “tubarão” Belmiro mete medo…

Como os combustíveis estão caros tive de optar por um carro mais pequeno e mais económico a fim de poupar alguns euros no combustivel e acabo por ver aumentado o imposto unico de circulação que pagava no antigo 27€ e agora fiquei a pagar 125€…mais um aumento justíssimo!fazem um parque energias renováveis onde quem vai pagar é o “mexilhão” mais uma vez… Depois vejo a GALP e a EDP com lucros do diabo…mais uma vez à custa do “mexilhão”!

E ainda como prémio final paga-se com o dinheiro do “mexilhão” os mexericos dos “tubarões” dos bancos BPN BPP e afins…
e já não vamos falar doutros casos…freeports etc etc

7 07 2009
António Sousa Mendes

Ideia, louvável e meritória. Efectivamente temos hoje ferramentas e expreriências de colaboração e participação como nunca existiram. Cito também Luter King “I have a vision…”. No meu caso a visão que tenho é que a participação e o escrutínio público do exercício do poder (legislativo, executivo e judicial) seja possível e transparente, permitindo que as pessoas certas exerçam os cargos certos no tempo certo obtendo o retorno e reconhecimento justo. No caso das empresas também devemos caminhar para a possibilidade de escolher entre empresas do séc. XX e empresas do séc. XIX. Não devemos impor novos modelos de gestão mas criar mecanismos que permitam às pessoas comprar a A e não a B porque A não tem dívidas fiscais e à seg.social, não usa recibos verdes, garante x% de incorporação de produtos portugueses, ou não admite que o estagiário receba 500€ enquanto o Administrador recebe milhões (muitas vezes livres de impostos). Para tal é necessário tornar visível as práticas de gestão e fiável a informação que é publicada (o que não acontece hoje). Enfim, há muita margem para melhorar. Bem haja pela iniciativa.

9 07 2009
António Lemos Soares

É uma excelente iniciativa.
O tempo presente é de grave crise (não apenas económica ou financeira). Nada melhor do que pensar a Constituição.

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